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Apaixonado pelo Fluminense Football Club e pelas crônicas de Nelson Rodrigues. Cronista do nosso Tricolor.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Coluna em 3 Cores: Sobrevivemos. Agora só quero Viver!

O alívio que todos nós tricolores sentimos, pouco teve de heroico. O que devia ser uma sensação minimamente confortante, antes, nos deixa o gosto amargo de uma pequenez revoltante. Como podemos ter (e eu tive) um sorriso misturado com choro depois da conquista daquilo que já nos pertence?

Esse nosso Amor pelo Fluminense nos faz muitas vezes açoitar-nos com o chicote humildade, melhor dizendo, da humilhação! Sendo para o Bem do Fluminense aceitamos todos os escárnios, ofensas e açoites. No entanto, hoje, o que devemos é revoltar-nos contra todos aqueles que nos deixaram humilhar. Eles não podem continuar nesse trono que não é deles, é da Torcida!

No entanto não vou me deixar envenenar por esses pretensos tricolores. Prefiro hoje agradecer àqueles que nos respeitaram acima do seu ser. 

Falo de Fábio que se possível fosse, diria, foi nosso Artilheiro de 2.024, pelos gols evitados. Foi sereno nos momentos mais agudos. Humilde sempre. Reconhecendo não ser ele, mas ELE que estava no comando.

O que falar da dupla de Thiagos? Agradeço aos dois, mas presto aqui minha total reverência ao Monstro que, mesmo do alto de seu posto, fez sua Cruzada épica, atravessando de joelhos um campo plástico, cumprindo certamente uma promessa feita.

Ao Mano: uma nota de desagravo. Não o queria, mas fez o que a muitos parecia impossível. Foi profissional, no limite de sua Competência. 

Ao Kevin Serna: mais um desagravo, pelos 6 pontos que conquistamos, na ponta do suas chuteiras. Que venha 2.025 e com ele o auge de sua carreira!

Por fim, falo do “nunca sorridente” Lima-Rei. Que partida! Que entrega! Que senso de responsabilidade!

Prefiro, neste momento, não sujar a Coluna com aqueles que desonraram nossas Cores, Tradições e Torcida. Eles serão julgados (ou esquecidos) nas brumas do tempo!

Agora, como que a emoldurar com seu sorriso, perseverança e beleza, quero aqui dedicar a última Coluna do Ano a um anjinho que pude conhecer e conviver. Acho até que já poder ser considerado um Santo!

Ajudou-nos, lá de cima, juntamente com outros tantos Tricolores, a manter nossa esperança no Impossível. Que ELE continue a acolher nosso querido Pedro Henrique, o Pedrinho. Saiba amigo, você deixa um enorme buraco em nossos corações que só não para de bater porque estará sempre preenchido com seu enorme Sorriso. 

Essa é a Coluna em 3 Cores de Hoje e

Eu sou, hoje tão somente, o Cronista Tricolor.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

Coluna em 3 Cores - O Inferno de Mário

O número Cabalístico 7 sempre se encontra presente nas histórias do mundo. Será que no ano de 2025, 7º. Ano da Gestão “Marioanna”, será marcado pela devastação da Peste Negra do 7º. Selo: Série B? 
Pior. Será a coroação dos 7 infernos de Mário!

O Primeiro Inferno foi o Limbo do 1º. Ano (6 meses) da Gestão, que se pode até perdoar, afinal, não estávamos ainda “batizados” e o pecado original do descontrole das gestões anteriores davam uma certa desculpa.

O Segundo Inferno, que é o Vale dos Ventos da Luxúria, representa o momento em que a gestão acreditou que todos os problemas estavam resolvidos e nada se precisava fazer, além do já tão propalado estudo do BTG. Acreditavam que o Fluminense já estava com seus problemas resolvidos.

O Terceiro Inferno, o Lago de Lama da Gula, manifestou-se na Gestão e em muitos dos apoiadores, quando fizeram da reeleição o momento de se fartarem e não ligar para os outros, só para seus fúteis interesses.

O Quarto Inferno da Colina da Ganância, usado para apenas vangloriar seus feitos e esquecer aqueles que poderiam ajudar com ideias, isto porque significaria, na visão dele, perda de poder.

O Quinto Inferno do Rio Ira, perpetrado àqueles que ousavam divergir, isto fez com que cada vez mais o círculo de decisão diminuísse, sendo hoje um ponto: o Mário Point!
 
O Sexto Inferno do Cemitério de Fogo da Heresia. Estão destruindo nossos Símbolos: cores e brasão. Porém o maior de todos: Nossa Torcida. Estão querendo decretar sua extinção.

O Sétimo (e paro por aqui) Inferno da Fraude. Ainda não o conhecemos. Não sabemos o quanto de “ilusão” se esconde atrás dos muros do CT, atrás dos números dos Balanços, atrás dos sorrisos de desfaçatez deste dirigente que de fato está a nos querer encantar. Ele é a própria Medusa, com seu olhar, nos transforma em Pedra, inertes e inúteis!

Orem por nós Santos Guerreiros da Torcida Tricolor! Exorcizem esses infernos para que nos seja dada a oportunidade de recomeçar. Eu não acredito mais nesses falsos profetas do bem, que só pensam em si e querem tomar o Fluminense de Nós!

Essa é a Coluna em 3 Cores de hoje e

Eu sou o Cronista que quer o Paraíso Tricolor.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Coluna em 3 Cores - Les Misérables.

Meu coração está destruído. Estou com cada vez menos espaço viteo para suportar jogos do Fluminense. 
Vi um cortejo famélico de jogadores "sans culottes", miseráveis, fazendo de sua Torcida o farrapo desprezado pela mídia. 

Tivemos mais uma vez alguns heróis.

 Primeiro um novo Jean de Victor Hugo, na figura de Jhon de Árias, que, tal qual seu antepassado francês, viu um País Tricolor inteiro sorrir numa Verdadeira Revolução, trazendo-nos a Libertadores e, ontem, o ponto salvador de Curitiba.

Falar o que para Fábio? Só um Muito Obrigado eterno, porque defendeu novamente o ponto que muita vezes não merecemos. 

Ao Ganso: uma reverência imperial. Mesmo com as penas e bico quebrados, doou-nos seu máximo e, injustiçado, foi jogado à sarjeta por um ímpio juiz.

3 Homens. 3 Santos. As 3 cores deverão muito a vocês quando finalmente, livres, quebrarmos as correntes do medo, da insônia e da vergonha a que a Torcida, injustamente, foi imposta neste "não-Santo" Ano de 2.024.

Essa é a Coluna em 3 Cores de hoje e

Eu sou o Miserável Cronista Tricolor.

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O Fluminense foi feito para disputar e Ganhar Grandes Jogos. Não importa se por uma diferença mínima! O que nós, verdadeiros Tri...