As alamedas ao redor do Maior do Mundo foram como que invadidas pela sanha de vingança, dentro de uma carapaça de covardia. Seria a noite das garrafas e cabeças quebradas, porque finalmente iriam vingar o 4 x 1 de 2023?
Sentiram na verdade um outro 4 x 1, o gosto do Créu na boca.
Confesso que da Aura das Marquises do Estádio Nelson Rodrigues desejei, de forma inconsciente, que o jogo terminasse no Gol de um dos mais execrados do Time, pela própria torcida. Um Lima ... Rei!
Mas estava errado. Precisava haver uma outra pintura de Gol de toques de 1ª, com inspiração de um Paulo e cujo prego a ferir viesse de outro que já estava sendo xingados por muitos. Um Gol dentro da ... Árias!
Passes precisos de um Mestre Alado; Corridas de um moleque novo de Xerém; Corrida na linha de fundo de um moleque velho, que vem sendo “Martinillizado!
Torcida, está na hora de olhar somente para as paredes eternas de nosso Partenon das Laranjeiras, o Olimpo sagrado de Deuses de futebol e protegido pela Verdadeira Torcida Eterna.
Junte-se a ela e pare de ler e de dar palco para os detratores da imprensa de 2 cores. Só nós temos as Cores da Paleta poética de Nelson Rodrigues.
Conto com você.
Essa é Coluna em 3 Cores de hoje e
Eu sou o Cronista sempre contra os remadores afogados. Sou Tricolor.
