Esse final de 2024 está a nos reservar emoções difusas. Um “não saber para onde olhar”. Onde nossas crenças, nossas verdades, estão sendo solapadas pela realidade.
Quando muito desacreditavam, a Alma da Torcida não desistiu. Novamente nos fez renascer, como que a criar uma nova Dimensão. A Dimensão do Ressurretos.
Aqueles 10, 12 mil de sempre nos jogos mais difíceis já se multiplicaram para 40 mil e, não duvide, terá novamente o tamanho que merece, como que a se ajoelhar em misto de oração de perdão e agradecimento.
Olhe os sinais. Um passe milimétrico de um 12 que muitos já desistiram. Encontrou as tranças de um herói subalterno de 23. Este passou para o Lateral sem expressão que arremessou de forma precisa à outra lateral, onde encontra o cabelo daquele que muitos xingam. Com que um míssil SX mirou nosso melhor jogador, que mais 1 vez estava dentro da ... Árias.
Os Deuses porém decidiram: Hoje não é o seu dia e sim daquele que ainda é o Rei da América.
Amado por todos os Tricolores e que, sem medo, se entregou de Corpo inteiro para fazer o gol quando mais precisávamos dele. Um Tricolor do Prata, de 90 gols pelo Fluminense no Esporte de 90 minutos, sendo coroado como um dos 300 de Sparta-Gols em sua vida no Futebol.
O Rei e os Súditos se misturam no Agradecimento mútuo. Pode haver algo mais Belo?
Essa é a Coluna em 3 Cores de hoje e
Eu sou o Cronista de Poesia em Gol Tricolor.

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