O Jogo nem começara e a torcida mais vaiou que aplaudiu o nome de Martinelli no Placar do Maracanã. O Jogo terminava e o apupo a esse Moleque-Homem de Xerém se intensificou ao seu toque de início de jogada que, lá no final, após um petardo de outro Moleque-Homem de Xerém (TS3), ele, com cabelo despenteado como de costume, calou a todos nós! Mais 3 pontos.
Falo isso não para criticar os 20 mil (heróis) de sempre que estavam no Maior do Mundo. Eles estão lá e podem fazer o que quiser (dentro da “Lei”), mas sim para lembrar a todos os que não puderam ou não quiseram ir nessa tarde chuvosa de domingo, que precisamos SEMPRE acreditar no Fluminense, torcer pelo Fluminense e não querer ter razão ou encontrar culpados.
O Martinelli jogou mal mais uma vez, no entanto, como sempre também, estava lá para buscar dividir todas as bolas. O que o Renato, acredito, já viu é que o nosso número 8 não é um número 5! Será que é tão difícil chegar a essa conclusão?
Não fui um entusiasta no “momento zero” da indicação do Renato. Ele começou bem com declarações, atitudes e resultado, dentro e fora de campo. Eu estou pronto para entoar seus cantos históricos, mas ele precisa entender que a Torcida está muito machucada depois do ano passado. Muitos (como eu) quase enfartaram ou pensaram em desistir. Claro que o Amor falou mais alto, porém há muitos que ainda estão com o coração em Farrapos. Para isso, nada melhor que um “Chimango-Maragato” Gaúcho para unir os polos antagônicos de nossa Torcida.
Essa é a Coluna em Três Cores de hoje e
Eu sou o Cronista Esfarrapado Tricolor

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