Pelo placar, poderia ter sido mais uma vitória das inúmeras que já vimos, afinal é nossa casa. Poderia ser mais uma vez que saímos a cantar e entoar nossos Cantos de Guerra nas Rampas do Maior do Mundo. Poderia ser mais uma noite que sorriríamos aos nossos amigos de infância que estavam ao nosso lado na Arquibancada, mas que conhecêramos ali, naquela noite.
Será que estamos nos acostumando às diversas defesas estrondosas de nosso New Castilho? Será que já normalizamos os inúmeros passes milimétricos e certeiros de nosso Didi Colombiano?
Confesso, lá pelo meio do segundo tempo já estava desistindo de tudo. Seria, de fato, mais uma desilusão e eu, mesmo com toda minha experiência, não conseguia entoar os Cantos de Guerra, fruto do vexame que quase me enfartou no ano passado.
Mas aí a Realidade se impôs. A Torcida foi quem de fato deu a assistência. Foi ela quem inspirou nosso Capo di tutti capi Colombiano, numa compatriota jogada a um Serna, que deslocou o goleiro numa linda quebrada de pescoço.
Depois, num movimento de força e leveza, ultrapassou seu fugaz marcador e, como numa “ponte-aérea” de basquete, serviu agora a um centro avante que insisto chamar pelo nome: Everaldo.
New Castilho & New Didi: Fábio & Árias. Inspirados que estão pelos nossos protetores, que lá das alturas estão a nos apoiar. E nós, feito loucos, continuamos a levar nossas famílias, nossos filhos a este enorme Divã, único capaz de abraçar nossa Torcida, a verdadeira razão da existência de nosso Enorme Clube.
Parabéns: Torcida, Fábio e Árias.
Essa é a Coluna em Três Cores de hoje e
Eu sou o Cronista das Rampas Tricolor.

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