Depois de dois jogos que eu estava fora do palco do Instagram, vaticino: o Normal voltou.
Não só pelo passeio na praia do flamengo e pelas alamedas Pinheirais do outrora chamado de Parque Antártica, mas principalmente pela falta de respeito (do bem) sobre o Time da Vila Sônia.
Seis gols pode parecer, aos incautos, um exagero, mas assevero a todos: foi um ato de benevolência.
Não poderíamos expor um coirmão, ele apenas mais um dos muitos times de três cores, bem nascido nas plagas paulistanas, como uma imagem esfarrapada do Verdadeiro Tricolor, que não precisa de sobrenome.
Eles, antes conhecidos como soberanos, emprestaram ontem ao Fluminense mais esse adjetivo, que se junta a todos os superlativos nomes que podemos ser chamados.
Ontem todas as peças se encaixaram perfeitamente, menos uma, a do icônico 9, que só teve o encaixe perfeito ao "dobrá-la" para 9 & 9.
Uma noite especial, dentre inúmeras que já vi, porém com gosto especial, um lampejo, um "recuerdo", daquela longínqua noite que de 2008, quando um outro 9 rendeu homenagens aos filhos de Valdo.
Não ganhamos nada de definitivo nesse Campeonato que não temos mais qualquer chance. Porém nossos ombros estão sendo preparados para envergar mais uma faixa, do Campeonato que nos importa esse ano: Copa do Brasil. Está na hora dessa Taça voltar à Sala de Troféus do maior e único Tricolor do Mundo.
Essa é a Coluna em Três Cores de hoje e
Eu sou o Cronista Normalmente Campeão Tricolor

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