Todos nós, Tricolores, somos enamorados de Xerém. A cada ano, no seu início, ficamos ansiosos igual noivos no altar, para poder desvendar o véu da noiva desejada. Aquela das 1001 noites, que de fato não vimos ainda.
As bodas com o desconhecido. Par arranjado pelos pais: Fluminense & Futebol.
Desses atletas, ainda não revelados, de todos os rincões da América Latina Xerém, temos expectativas e querências.
Será que mais uma vez iremos nos decepcionar depois de um ano de 2025 que pedíamos tanto por eles?
Um Riquelme de cabelo e futebol enfeitados que no fundo não servem para nada.
Um Lezcano que era ansiado por 10 entre 10 viventes da SUL. Seu Futebol não diz nada!
Um JK que parece viver de brilharecos, ano após ano. Pergunto: QUANDO você irá crescer?
Será que devo depositar esperanças em Fidelis, Matheus Reis ou Wesley Natã, ou desisto de vez da outrora fábrica de sonhos?
Estou cansado de traições. Quero mais Martinellis e Andrés e menos Gersons e LHs da vida.
Eu amo o Fluminense e Xerém, mas entre os dois, caso tenha que escolher, não há dúvida: é Rua Álvaro Chaves, 41.
Essa é a Coluna em Três Cores e
Eu sou o Noivo Cronista Tricolor.

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