Inicialmente entendo que enfrentamos um time fraquíssimo. Os donos da casa, que jogaram fora de casa. Mas você está se esquecendo dos jogos contra os “Sem Divisão” do Carioca, que não conseguimos nos impor? Então esqueça esse argumento!
Quero sim deixar rolar a alegria de ter visto o normal! O famoso: Vira 4, Termina 8.
Um time que teve equilíbrio nas laterais e, até na zaga, onde o temerário Freytes não comprometeu. Uma estreia proveitosa do único Cincão do nosso elenco. Fez o que dessa peça esperamos: com equilíbrio desarmou, fez falta e deu passe ao meia mais próximo.
Nosso verdadeiro Oito, que atende pelo nome de Martinelli, colocado na sua verdadeira seara, entrega-nos disposição e um pouco de arte. Pena que a trave esteve no caminho do seu gol.
Não falo de Lima, que cumpriu seu papel, mas nunca será um 10.
Na frente, todos os que iniciaram e terminaram o jogo, contribuíram e dividiram, de forma equilibrada, gols. Bom ver o Germán ter seus “chuta-chutas” direcionados à área das balizas e um Everaldo entregando gols, pivôs, passes. Canobbio, equilibrando gols em todas as partidas e até milagres acontecendo: em Gol de Baya.
Enfim, nossos jogadores fizeram o que pedíamos a meses: Jogar bem e fazer Gols, ou foram cestas? Na linguagem popular: Deitaram o cabelo e aí, desequilibrando o OITO, enxergamos finalmente o verdadeiro placar: um INFINITO! Vamos acreditar no Impossível?
Essa é a Coluna em Três Cores de hoje e
Eu sou o Cronista Sem Fim Tricolor.
